segunda-feira, 8 de março de 2021

Morre Bunny Wailer, ícone do reggae e fundador do The Wailers, aos 73 anos

Artista criou a banda com Bob Marley e Peter Tosh, amigos de adolescência
Bunny Wailer, ícone do reggae que fundou a banda The Wailers ao lado de Bob Marley e Peter Tosh, morreu aos 73 anos em Kingston, Jamaica, na última terça, 2. A causa da morte ainda não foi revelada, mas o músico estava internado desde julho de 2020 por conta de um derrame. Quem confirmou a notícia foi o empresário Maxine Stowe. A informação é do NME.

Wailer nasceu como Neville O’Riley Livingston em Kingston, Jamaica, em 10 de abril de 1947. Quando criança, mudou-se com a família para a vila de Nine Mile em St. Ann Parish, norte da ilha. O artista foi introduzido à música quando começou a tocar tambor durante os cultos religiosos feitos pelo pai, Thaddeus "Toddy" Livingston.

Em St. Ann Parish, Wailer frequentou a escola Stepney All Age School, onde conheceu Bob Marley. Junto com Peter Tosh, os dois formaram, em 1963, uma banda, a qual teve nomes como The Teenagers, The Wailing Rudeboys e The Wailing Wailers antes de escolherem The Wailers.

Tiveram o primeiro hit número um na Jamaica com "Simmer Down" em 1964. No ano seguinte, lançaram o disco The Wailing Wailers, coleção das melhores gravações iniciais. Bunny Wailer saiu da banda em 1975.

Na carreira solo, lançou discos de estúdio como Blackheart Man (1976), Protest (1977) e Bunny Wailer Sings The Wailers (1980). Ganhou três Grammys na categoria Melhor Álbum de Reggae com Time Will Tell: A Tribute to Bob Marley (1991), Crucial! Roots Classics (1995) e Hall of Fame: A Tribute to Bob Marley's 50th Anniversary (1997).

Em entrevista de 1984 ao NME, Bunny Wailer definiu o gênero como "um conceito do povo." Para o músico, "se você não faz reggae pelas pessoas, não faz sentido - não seria música."
"O reggae, além da maioria das músicas, é um pouco mais relevante para a vida cotidiana e as atividades das pessoas," afirmou. "Não só eu, mas a maioria dos artistas tenta lidar com a própria experiência e dos outros para tentar aliviar estresse e tensão, os sentimentos são compartilhados. É como dividir um peso; reggae faz isso."




Créditos: Rolling stone

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

U-Roy, um dos pioneiros do reggae e do dancehall, morre aos 78 anos

Causa da morte não foi revelada, segundo o jornal The Guardian.



U-Roy, um dos pioneiros do reggae e do dancehall, morreu aos 78 anos, nesta quarta-feira (17). De acordo com o The Guardian, um representante da Trojan Records confirmou a informação, mas a causa da morte não foi revelada.

O artista, cujo nome de batismo é Ewart Beckford, nasceu na Jamaica, em 1942, e popularizou a técnica vocal chamada toasting, embora não tenha sido o criador do estilo.

Com uma família formada por músicos, deu início a sua carreira profissional em 1961, inicialmente como DJ. U-Roy ganhou fama internacional na década de 1970, com as faixas "Natty Rebel" e "Jah Son of Africa".

Ao longo dos anos, lançou cerca de 20 álbuns, gravou com artistas como Keith Hudson, Lee Perry e Peter Tosh, e participou do disco vencedor de Grammy "True Love", do grupo Toots and the Maytals. U-Roy foi homenageado em seu país por sua influência na música.

O DJ britânico David Rodigan foi um dos artistas a prestar tributo a U-Roy, descrevendo-o como "o paradigma da música jamaicana... Sempre tive admiração por ele; o tom de voz, a cadência e o brilho lírico fizeram dele um aventureiro da alma".

CRÉDITOS: O GLOBO

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

A volta da Republica do Reggae 2021

 


Certamente você está se perguntando, poxa não teve republica esse ano! mas é claro, não só a republica? mas uma serie de eventos que acontece anualmente foram cancelados, não só no Brasil, mas em todo mundo, vários eventos tradicionais deixaram de acontecer por conta da pandemia que assolou nossos lares deixando um rastro de doenças e morte em vários lugares, desde o mês de Março e vai até meados do ano que vem, estamos aqui na corrente positiva para que essa vacina venha logo e tudo volte ao normal, pois muita gente precisa retomar seu espaço que de alguma forma é um meio de sustento de vida,  as bandas, os produtores e promotores, seguranças, vendedores, e prestadores de serviços, estão nesse impasse aguardando um passo importante para a volta ao novo normal!!

Verificamos que algumas coisas estão tentando retomar de forma gradual, um meio de se manter ativo o chamado drive in, que é eventos dentro dos carros, ou em um espaço de metro quadrado que comporta até 4 pessoas, obedecendo os distanciamentos e fazendo uso do álcool em gel e mascara a todo tempo, mais não está sendo suficiente pois a demanda é muito grande e carece de recursos para fazer algo imprescindível.

Então afirmamos que com brevidade, que ano que vem possa retomar tudo que parou, festa de São João, micaretas, eventos esportivos, e muitos outros que parou.


APRECIADORES DO ROOTS

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Backs & Finos - Ao vivo na praça do Reggae no Pelorinho em Salvador BA

 PARA TODOS VCS QUE ESTAVAM PEDINDO AI ESTÁ, ANDAVA SUMIDO PRINCIPALMENTE DA INTERNET, INCLUSIVE PESSOAS QUE TINHA O MATERIAL NÃO COMPARTILHAVAM ENTÃO BAIXEM A VONTADE E MATE SUA SAUDADE DESSA GRAVAÇÃO AO VIVO PELA ITAPARICA FM 91.3 COM LINO DE ALMEIDA.


Backs&finospraçadoreggae

POR APRECIADORES DO ROOTS

domingo, 13 de setembro de 2020

Toots Hibbert, lenda jamaicana do reggae, morre aos 77 anos de idade


Causa da morte de ícone jamaicano foi uma série de complicações por conta da COVID-19

E infelizmente a notícia mais triste a respeito de Toots Hibbert chegou com a confirmação do seu falecimento.

Há alguns dias nós tínhamos falado por aqui sobre como o músico jamaicano, nome influente do reggae, havia sido internado e estava em coma induzido, com a família pedindo para que os fãs direcionassem pensamentos e orações a ele.

Agora, as notícias chegam de Kingston com a confirmação da morte do líder do Toots And The Maytals, e a causa da morte foi confirmada como uma série de complicações da COVID-19, causada pelo novo Coronavírus.

Em um comunicado oficial, a banda afirmou:

É com o maior peso no coração que anunciamos que Frederick Nathaniel ‘Toots’ Hibbert faleceu em paz hoje à noite, cercado pela família no University Hospital of the West Indies em Kingston, Jamaica.

Sua família e sua equipe gostariam de agradecer as equipes médicas e os profissionais por seu cuidado e diligência, e gostariam de pedir para que suas privacidades fossem respeitadas nesse período de dor.

O Sr. Hibbert deixa sua esposa com quem esteve por 39 anos, Miss D e seus sete de oito filhos.

Toots Hibbert

Hibbert foi um verdadeiro pioneiro do reggae, inclusive tendo sido um dos primeiros artistas a utilizar a palavra oficialmente através da canção “Do The Reggay”, lançada pelos Maytals em 1968.

Em 1972, ele apareceu no lendário filme The Harder They Come, que tem Jimmy Cliff como protagonista, incluindo a lendária “Pressure Drop” na trilha sonora, canção que seria regravada por The Specials, The Clash, Keith Richards e mais.

Líder dos Maytals, Toots era um multi-instrumentista e literalmente poderia tocar todos os instrumentos utilizados nas canções da banda que o consagrou.


Que descanse em paz.

Por Click Reggae Feira


quarta-feira, 22 de julho de 2020

Jason Mraz, de 'I'm Yours', lança disco de reggae

Jason Mraz, autor de hits como "I'm Yours" e "93 Million Miles", se divide entre a música e a plantação de abacate e café em sua fazenda Mranch, nos Estados Unidos.

Apesar de respirar um ar menos poluído, a vida continua agitada para o cantor americano. Tanto que para o lançamento de "Look For The Good", disco de reggae lançado em junho, ele fez a entrevista no meio da plantação colhendo café.

O álbum foi produzido antes da pandemia do novo coronavírus e tinha o objetivo de aliviar outra tensão: as eleições americanas.Continua depois da publicidade



"Queria me preparar com músicas positivas para amplificar o otimismo e trazer luz para ideias que eu acredito, como igualdade, alegria e liberdade", diz Mraz ao G1, por telefone.

A vontade de viver perto da natureza é mais antiga que os hits de 2008. Ele comprou e se mudou para o espaço em 2004.

"Queria estar perto da natureza, longe das luzes da cidade, plantar minha própria comida, trabalhar com a terra e ser um artista bom, um cidadão bom, essas coisas", explica.Continua depois da publicidade

 Ele tem um estúdio em casa e foi de lá que captou os sons de pássaros que abrem a faixa "Take the music", por exemplo.

Mraz explica as músicas com mensagem positiva de "Look For The Good" e fala os motivos para doar todo o lucro do disco para organizações sem fins lucrativos, como Black Lives Matter, na entrevista abaixo.

G1 - Qual é a história por trás desse álbum? Quando você começou a trabalhar nele?

Jason Mraz - Eu sabia que 2020 seria um ano eleitoral muito engajado e potencialmente negativo, então eu pensei: vamos colocar para fora algumas músicas positivas para amplificar o otimismo que é preciso para combater a negatividade de um ano eleitoral.

Não antecipei que o ano seria tão ruim, como está sendo, mas eu queria me preparar com músicas positivas para amplificar o otimismo e trazer luz para ideias que eu acredito, como igualdade, alegria e liberdade.

G1 - Você falou sobre positividade, alegria, amor. É essa então a mensagem que você quer passar com o álbum?

Jason Mraz - Estar na Terra é um milagre e nós gastamos nosso tempo brigando por recursos, por idéias absolutamente ridículas. Todo artista, toda pessoa criativa, toda pessoa apaixonada sabe disso e, infelizmente, vivemos em um mundo com o capitalismo que é uma fome, é uma doença para dominar o mundo, buscar recursos e deixar outras pessoas de fora. É um problema doentio que temos.

Espero que, com este álbum, continue a aumentar a conscientização de que não precisamos viver assim. Podemos compartilhar nossos recursos, nosso tempo aqui. Podemos cuidar melhor do planeta, podemos cuidar melhor um do outro. Não é tão difícil, mas como temos pessoas tão más e confusas neste planeta, o coração delas precisa estar aberto, sabe?

G1 - Eu imagino que sim, mas quero confirmar: você é uma pessoa que sempre tenta ver o lado bom, encontrar o que as pessoas têm de bom, como canta na música "Look for the Good"?

Jason Mraz - Absolutamente. Eu só escrevo sobre o que eu sei, sobre quem eu sou e, no limite, sobre quem eu quero ser. Eu quero olhar e procurar as coisas boas dos outros, mas algumas vezes eu esqueço e sinto raiva.

G1 - Como todo ser humano...

Jason Mraz - Sim, então eu sento, começo a tocar música e isso me traz alegria e esperança, me faz lembrar que sou um criador poderoso. Eu posso pegar um nada e transformá-lo em algo. Então isso me dá esperança e me faz procurar sempre o bem.

Um exemplo é que podemos estar em uma sala silenciosa, mas se começarmos a cantar esse lugar se enche de beleza. A gente pode ir do nada para algo instantaneamente.

G1 - Em "Gratitude", você agradece pessoas que fizeram coisas boas, mas também coisas ruins como quem fez bullying quando você tinha 17 anos. É bonito, porque algumas vezes não é fácil perdoar pessoas que nos machucaram...

Jason Mraz - Se você vai buscar o bem, se isso vai ser um estilo de vida, você precisa perdoar de alguma forma. Não é fácil, mas o importante é não ficar guardando, não ficar segurando toda aquela dor, trauma e tristeza. Acho que tem um jeito de perdoar e esquecer e não seguir com isso pelo resto da vida.

G1 - De onde veio a ideia de ficar ainda mais próximo do reggae?

Jason Mraz - O produtor Michael Goldwasser me procurou para fazermos um disco de reggae juntos. Começou como um experimento para a gente ver o que acontecia e muito rapidamente vimos que as músicas eram boas, a banda era boa, o som era bom.

A gente sabia que todas as músicas seriam reggae, mas era importante para gente também que elas soassem diferente. Então tem reggae mais clássico, mas também algumas coisas de rocksteady, ska, roots e dub.

G1 - O lucro de "Look For The Good" vai ser destinado para instituições sem fins lucrativos. Você disse que essa não é a sua primeira doação na vida, mas que dessa vez decidiu torná-la pública. Por quê?

Jason Mraz - Eu queria chamar atenção para a questão de que o capitalismo é uma doença. Sendo assim, eu não posso capitalizar essas músicas e cantar sobre a ideia de que nós podemos ser iguais, de que podemos ter liberdade e alegria sem contribuir para igualdade.

"Seria como falar 'a gente tem que fazer alguma coisa', mas não fazer nada. Eu não posso cantar sobre mudança, sem fazer alguma mudança no mundo."

G1 - Com a pandemia, todos os shows e turnês foram cancelados. Isso impactou muito a sua renda?

Jason Mraz - Sim, com certeza. Eu pago as pessoas que trabalham para mim, minhas contas na fazenda com a renda das turnês. Não deixei de pagar as contas como muitas pessoas estão fazendo, então, no momento, estou bem. Vou esperar até que seja seguro para todos para voltar à estrada.

G1 - Então sua renda principal continua sendo a música. Eu pensei que as vendas da produção da fazenda poderiam substituir de alguma forma ainda mais agora...

Jason Mraz - Não, na verdade, eu perco dinheiro com a agricultura hoje. O objetivo com a fazenda é que, talvez, daqui a 10 ou 20 anos, começaremos a ganhar alguma coisa, mas, no momento, é preciso muito investimento, muito paciência e muita experimentação. Dependo da música para pagar pelo que faço aqui.

G1 - Conta um pouco sobre a vida na fazenda. Quando você decidiu mudar e como tem sido essa experiência de ficar mais próximo da natureza?

Jason Mraz - Eu mudei para cá em 2004, porque eu queria estar perto da natureza, longe das luzes da cidade, plantar minha própria comida e fruta, trabalhar com a terra e ser um artista bom, um cidadão bom, todas aquelas coisas.

Tem sido bem gratificante e me dá espaço para ser músico e ainda cultivo comida e, agora, café. Nós cultivamos todos os tipos de árvores frutíferas, beneficiamos a captação de carbono, a agricultura regenerativa devido às nossas práticas de agricultura orgânica. É uma ótima maneira de viver, tenho uma boa qualidade de vida e estou muito ocupado.

G1 - Mas você sente falta de viver em turnês, especialmente as mundiais como a do disco 'We sing, we dance, we steal things'?

Jason Mraz - Sim, eu sinto falta disso, porque era uma vida privilegiada. Você pode conhecer o mundo e com pessoas de diferentes tipos de culturas, falar línguas diferentes. Todas as noites você está cantando e tocando músicas que as pessoas cantam junto, batem palma, se divertem. É uma vida bonita e eu sinto falta disso. Espero que um dia a gente possa retornar a tudo aquilo.

G1 - O que mais você tem feito nessa quarentena?

Jason Mraz - Na maior parte do tempo, estou cuidando das coisas da fazenda, mas eu também estou fazendo várias ligações e entrando virtualmente em programas para falar sobre o disco. Também comecei a fazer um programa de TV aqui nos Estados Unidos, o que é interessante porque eu nunca pensei que estaria fazendo isso, mas perder minha renda de shows fez isso parecer uma boa oportunidade de tentar algo novo.

'Deixei o dread e ninguém sentava do meu lado', diz Marcelo Falcão

Atento aos problemas sociais e acostumado a transformar as principais feridas e mazelas da sociedade em música há pelo menos 25 anos, o cantor Marcelo Falcão se diz atônito às ondas racistas que têm afligido o Brasil e o mundo nas últimas semanas.
Desde que um policial branco se ajoelhou no pescoço de George Floyd, um homem negro e algemado nos Estados Unidos [no dia 25 de maio em Minnesota], o planeta inteiro começou a olhar para a questão do racismo. No Brasil, isso também aconteceu. Na opinião de Falcão, porém, falta união aos brasileiros com relação a essa questão para que a luta antirracista vire algo rotineiro.

"Precisamos ver a morte de Floyd para olhar para o nosso problema, que existe desde os tempos de Dom Pedro 2°. Sempre temos de ver o que acontece lá fora para virar o foco aqui para dentro. A gente só não está melhor porque é desunido. Com união viraríamos a história", diz o cantor.

Para Falcão, os casos de racismo são absurdos, mas acontecem a todo instante por aqui. Muitos, ou melhor, a maioria deles, não são veiculados. Nascido e criado na comunidade do Engenho Novo, no Rio de Janeiro, o músico sabe bem o que é sofrer na pele o desrespeito e a discriminação.
"No Engenho Novo tem comandos de favelas inimigas que guerreiam entre elas. Meu comando é o da música", explica Falcão, ao rememorar um caso que aconteceu com ele na adolescência antes de integrar O Rappa, banda que ficou por 25 anos. "Se eu for no Engenho Novo vou tomar dura, vão me revistar, sempre foi assim. Deixei o dread crescer e ninguém sentava do meu lado no ônibus. Colocavam bolsa no banco, mas não sentavam do meu lado."

A discriminação e o desrespeito com quem é periférico foram coisas com as quais Falcão acabou se acostumando. "Desde que sou nascido e criado vejo as facções, polícia deixando as coisas mais difíceis, às vezes. O racismo no país é estrutural, é conveniente. Tem sempre alguém para subjugar o outro. São várias vozes solitárias soltas", reflete.


PATERNIDADE E NOVO DISCO

Enquanto os shows com público não podem acontecer, Falcão fica em casa. A quarentena aflorou o lado pai de Marcelo Falcão. Em casa diariamente com Tom, de um ano e quatro meses, ele acaba por descobrir a cada dia um mundo novo. Mas nada que o faça pirar. Pelo contrário.

"Se ele tivesse nascido anos atrás eu seria o pai dele segunda, terça e quarta. Já seria excelente porque eu estaria trabalhando para levar a ele o sustento. Mas Deus me deu o presente que é saborear a vida dele. Desde que deixei O Rappa e embarquei na carreira solo [desde 2019 com disco "Viver"], queria fazer shows só de sexta e sábado para poder curtir o Tom", diz.

Com a pandemia do novo coronavírus a paternidade se multiplicou por mil. "Na quarentena você tem o entendimento total. Hoje dou mais valor às coisas que meus pais falavam. Tom começou a andar, é inteligente, repete tudo, cheio de saúde. Mas ficar com criança cheia de energia em casa é casca-grossa", diverte-se.

A quarentena também tem servido para que Falcão componha. Ele já está em uma fase adiantada da produção e seleção das músicas para seu novo disco, programado para chegar no início de 2021."Me ligando no que está rolando no mundo, comecei a pegar papel e caneta e voltei com o compromisso de compor. Tenho um disco de dez singles para fazer com participações, inclusive. Acredito que devo mostrar uma música a cada 40 ou 50 dias ao público. Até lançar por volta do Carnaval do ano que vem", almeja.

Confira as 20 melhores músicas da história do reggae

Conheça uma lista com as melhores canções do reggae de todos os tempos. A seleção foi inspirada em um ranking do radialista inglês Nick Wall, e reúne os grandes hinos do estilo musical. A primeira colocação é ocupada por “Exodus” (1977), interpretada pela banda ícone do reggae The Wailers. Já o segundo lugar ficou a cargo de “Black Woman” (1978), hit da também lendária Judy Mowatt; seguida de “Poor and Needy” (1983), de Misty in Roots. Além deles, outros artistas e bandas célebres cujas músicas ganharam destaque na lista são Burning Spear; Max Romeo; Ini Kamoze; The Natural Ites & The Realistics; Gregory Isaacs; Groundation; The Abyssinians; Dillinger; Johnny Clarke None Shall; Prince Far I; The Wailing Souls; Freddie McKay; Joseph Hill; e Desi Roots.


O reggae surgiu na Jamaica no fim da década de 1960, derivado do Ska e do Rocksteady, estilos muito populares no país à época. Na década seguinte, ele conquistou público em outros países, difundido principalmente por Bob Marley. No entanto, a consagração da popularidade internacional do ritmo ocorreu apenas em 1985, quando a categoria “Melhor Álbum de Reggae” foi incluída no Grammy Awards, o maior prêmio da indústria musical em língua inglesa.

Exodus (1977), Bob Marley & The Wailers

Black Woman (1978), Judy Mowatt
Poor and Needy (1983), Misty in Roots

Marcus Garvey (1975), Burning Spear

Valley of Jehosaphat (1973-1978), Max Romeo
World-a-music (1984), Ini Kamoze

Picture On The Wall (1985), The Natural Ites & The Realistics

Babylon Too Rough (1975), Gregory Isaacs

Freedom Taking Over (2003), Groundation

Satta Massagana (1976), The Abyssinians

Flat Foot Hustling (1976), Dillinger

None Shall Escape The Judgement (1974), Johnny Clarke None Shall

Wisdom (1978), Prince Far I

Kingdom Rise Kingdom Fall (1981), The Wailing Souls

Tribal Inna Yard (1983), Freddie McKay

Niahbingi Tonight (2007), Joseph Hill

Changing (1982), Desi Roots

Fisherman (1977), The Congos

Money Run Tings (1997), King General & Bush Chemists

Ital Vital (1975-1979), Horace Andy

FONTE: Revista Bula

Owen Gray reafirma seu pioneirismo na criação do reggae

A primeira vez que escutei Bob Marley, o álbum Catch a Fire, que saiu no Brasil, e em alguns países, com um isqueiro na capa, em vez de Bob puxando o maior bob. Achei muito estranho, o ritmo. Como se a batida tivesse errada. Descompassada. Quem escutou a bossa nova de João Gilberto deve ter passado por sensação parecida. Mas, assim como a bossa nova, as melodias de Marley eram tão bem acabadas, contagiantes, que o reggae pegou rápido por aqui, e pelo mundo, e foi assimilado.

No final dos anos 70, lançou-se muito reggaeno Brasil, mas geralmente só medalhões, Peter Tosh, claro, Dennis Brown, Toots and the Maytals (Toots Hibbert, pra mim é o maior de todos os cantores de reggae. Aliás, foi numa música dele aparece pela primeira vez Do the Raggay). Mas do período anterior ao reggae, pouca coisa, quase nada.

Portanto Owen Gray é ignorado por aqui. Com 81 anos neste 2020, Gray (também grafado como Grey) não criou o ska ou o rocksteady, mas foi pioneiro em gravá-los. Seu álbum de estreia Owen Sings, de 1961, não tem calipso, mento, ou o rhythm and blues de New Orleans. Ele foi também pioneiro em gravar com Clement Dodd, do Sir Coxsone Downbeat System. Os astros iniciais pop da Jamaica foi ele e Millie Small, uma adolescente que estourou mundo afora com My Boy Lollipop (gravada por Wanderléa com o título de Meu Bem Lollipop, em 1964). Ambos foram contratados por Chris Blackwell, que começava a gravadora Island.

Owen Gray, e vários desbravadores dos novos ritmos jamaicanos, mudou-se para a Inglaterra, onde havia um público de jamaicanos com maior poder aquisitivo, e um mercado mais forte. Voltaram para a ilha quando o reggae tornava-se tendência, e chegava a superstars feito Eric Clapton, que em 1975, estourou com I Shot the Sheriff, de Bob Marley. Mas perderam o bonde da história. Owen Gray continuou lançando discos, mas não conseguiu o mais o sucesso do início dos anos 60. Gray lançou maio, mais um álbum marcando os 80 anos, Jamaica’s First Home Grown Star, reivindicando para si o pioneirismo na música que realçaria a importância da pequena Jamaica no mapa musical do planeta.

FONTE:OWEN GRAY

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Republica do Reggae 2012

Wailing Souls - Live at Reggae Sunsplash (1986)

01. Things & Time
02. Sweet Sugar Plum
03. We Won't Succumb
04. Old Broom
05. Informer
06. Dancehall Nice Again
07. Sinsemilia
08. Jah Jah Give Us Life To Live
09. Firehouse Rock

CRÉDITOS:
http://www.sattamassagana.net/


APRECIADORES DO ROOTS

Monte Zaion - Ao Vivo no FTC 2000



Esse material foi disponibilizado na pirataria com o titulo do ano de 2000.
no entanto, ouvindo percebe-se que a gravação é do inicio de ano de 2002
APRECIADORES DO ROOTS

The Skatalites - Ao Vivo No Circo Voador, Rio de Janeiro, 05/06/09 Viradão Carioca Virada Cultural 2009

1. The Skatalites - Intro/Freedom Sounds 
2. The Skatalites - Occupation  
3. The Skatalites - James Bond
4. The Skatalites - El Pussycat 
5. The Skatalites - I Should Have Known Better (Beatles)
6. The Skatalites - Latin Goes Ska 
7. The Skatalites - Guns of Navarone 
8. The Skatalites - Doctor Dekker 
9. The Skatalites - Can't You See 
10. The Skatalites - Sugar Sugar 
11. The Skatalites - Adorable You - Simmer Down 
12. The Skatalites - Real Rock - Rock Fort Rock 
13. The Skatalites - Rivers of Babylon 
14. The Skatalites - 
15. The Skatalites - Phoenix City



APRECIADORES DO ROOTS

sábado, 25 de abril de 2020

FEIRA IN REGGAE FESTIVAL 2010

Luciano - Jet Star Reggae Max (2000)



APRECIADORES DO ROOTS

Gregory Isaacs - Reggae Superstar #1 (Charly CD, 2006)

Gregory Isaacs - Lonely Days (1992)



GREGORY ISAACS - LONELY DAYS

APRECIADORES DO ROOTS

MONTE ZAION EM FEIRA DE SANTANA NO FTC (2002)

MONTE ZAION - AO VIVO EM FEIRA DE SANTANA BA NO FEIRA TÊNIS CLUBE EM 2001




POR APRECIADORES DO ROOTS

quarta-feira, 11 de março de 2020

ENCONTRO DAS TRIBOS EM SALVADOR -BA

VEM AI O ENCONTRO DAS TRIBOS EM SALVADOR DIA 02 DE MAIO!!! 
SÓ PESO PESADO DO REGGAE NACIONAL E INTERNACIONAL E O MELHOR DO RAP CONTEMPORÂNEO ATUAL!! 
SACA SÓ O QUE VEM POR AI!!! 

INGRESSOS JÁ DISPONÍVEIS 

APRECIADORES DO ROOTS (AROOTS)

domingo, 1 de março de 2020

Aniversario de Burning Spear

Burning Spear, batizado como Winston Rodney (Saint Ann's Bay,Saint Ann, Jamaica, 1 de Março de 1945), completa hoje 75 anos.


 Burning Spear é um rastafari e um dos mais influentes e antigos artistas de raízes que surgiram a partir da década de 1970, Burning Spear era originalmente o grupo de Rodney, nomeado após um prêmio militar concedido por Jomo Kenyatta , o primeiro presidente de um Quênia independente, e incluía o cantor baixo Rupert Willington. A dupla fez o teste para Dodd em 1969, o que levou ao lançamento de seu single de estréia "Door Peep" (a sessão também incluiu Cedric Brooks no saxofone ), Eles foram acompanhados pelo tenor Delroy Hinds. O trio gravou vários outros singles para Dodd e dois álbuns, antes de começarem a trabalhar com Jack Ruby em 1975.  Sua primeira gravação com Ruby, "Marcus Garvey", foi concebida como uma faixa exclusiva para Ruby em Ocho Rios - baseado no sistema de som Hi-Power, mas foi lançado como um single, dando-lhes um sucesso imediato, e foi seguido por "Slavery Days".  Essas gravações incluíram a banda de apoio The Black Disciples, que incluía Earl "Chinna" Smith , Valentine Chin , Robbie Shakespeare e Leroy ''Hosemouth'' Wallace . 

O grupo trabalhou com Ruby em seu terceiro álbum, Marcus Garvey (1975), que foi imediatamente bem-sucedido e levou a um acordo com a Island Records para dar ao álbum um lançamento mais amplo.  Island remixou e alterou a velocidade de algumas das faixas, para grande aborrecimento dos fãs e do grupo, levando Rodney a montar seu próprio selo Burning Music para lançamentos futuros, onde ele teria controle total , embora outros lançamentos tenham sido seguidos em Island, incluindo Garvey's Ghost , um álbum de dub e o álbum Man in the Hills .  

No final de 1976, Rodney se separou de Ruby e dos membros do grupo Willington e Hinds, e a partir daí usou o nome Burning Spear sozinho. Dry and Heavy se seguiu em 1977, autoproduzido, mas ainda na Island, e com um número considerável de seguidores no Reino Unido,  ele se apresentou em Londres naquele ano, com membros do Aswad atuando como sua banda de apoio em uma banda esgotada. show no Rainbow Theatre , que foi gravado e lançado como o álbum Live!  

Aswad também apoiou seu próximo álbum de estúdio, Social Living (1978), que também contou com Sly Dunbar e Rico Rodriguez . Uma versão em dub do álbum, Living Dub (1979), foi mixada por Sylvan Morris .  Seu perfil foi aprimorado ainda mais por uma aparição no filme Rockers , apresentando "Jah no Dead".


Em 2000, Home To My Roots Tour, Burning Spear se apresentou na Cidade do Cabo, na África do Sul, ao lado de outros reggae. ícone Joseph Hill do Culture. Em 2002, ele e sua esposa, Sonia Rodney, que produziu vários de seus álbuns, reiniciou a Burning Music Records, dando a ele um maior grau de controle artístico. 

Desde meados dos anos 90, ele está morando no Queens, na cidade de Nova York . Burning Spear recebeu a Ordem da Distinção no posto de Oficial em 15 de outubro de 2007. Desde o estabelecimento de seu próprio selo, Winston e Sonia Rodney lançaram quase quarenta singles, CDs, DVDs e álbuns de vinil no seu selo Burning Music. imprimir. Muitos desses álbuns foram edições de luxo de álbuns anteriormente disponíveis em outros selos e geralmente incluem faixas bônus e filmagens em DVD.

Burning Spear ganhou dois prêmios Grammy na categoria Melhor Álbum de Reggae no ano de 2000 por Calling Rastafari e, 2009 por Jah Is Real. Mas foi indicado no total em doze edições.

UM POUCO DE SUA DISCOGRAFIA....



Studio One Presents Burning Spear (1973), FAB

Rocking Time (1974), FAB
Marcus Garvey (1975), Island
Garvey's Ghost (1976), Island
Man in the Hills (1976), Island
Dry & Heavy (1977), Island
Social Living (1978), Stop - also released as Marcus' Children
Living Dub Vol. 1 (1979), Rita Marley Music
Hail H.I.M. (1980), Radic
Living Dub Vol. 2 (1980), Rita Marley Music
Farover (1982), Radic
The Fittest of the Fittest (1983), Radic
Resistance (1985), Heartbeat
People of the World (1986), Greensleeves/Slash
Mistress Music (1988), Greensleeves/Slash
Mek We Dweet (1990), Mango
Jah Kingdom (1991), Mango
The World Should Know (1993), Heartbeat
Rasta Business (1995), Heartbeat
Living Dub Vol. 3 (1996), Declic
Appointment with His Majesty (1997), Heartbeat
Living Dub Vol. 4 (1998), Musidisc
Calling Rastafari (1999), Heartbeat
Free Man (2003), Nocturne
Our Music (2005), Burning
Living Dub Vol. 5 (2006), Collective
Jah Is Real (2008), Burning
Living Dub Vol. 6 (2008), Burning
Live albums
Live (1977), Island
Live in Paris Zenith '88 (1989), Slash
Love & Peace: Burning Spear Live! (1994), Heartbeat
(A)live in Concert 97 (1998), Musidisc
Live at Montreaux Jazz Festival 2001 (2001), Terra Firma
Live in South Africa 2000 (2004), Revolver
Compilations
"100th Anniversary" redirects here. For other uses, see Anniversary.
Harder Than the Best (1979), Island
Reggae Greats: Best of Island years 1975-1978 (1985), Island
100th Anniversary: Marcus Garvey/Garvey's Ghost (1987)
The Fittest Selection: Greatest hits of 1980-1983 (1987), EMI
Keep the Spear Burning (1989), Island
The Original (1992), Sonic Sounds
Chant Down Babylon The Island Anthology (1996), Island
Best of Burning Spear (1999), Declic
Ultimate Collection: Best of Collection (2001), Island
Best of the Fittest: Best of Collection (2001), EMI
Rare and Unreleased (2001)
Spear Burning (2002), Pressure Sounds
20th Century Masters: The Millennium Collection: The Best of Burning Spear: Best of the Island years (2002), IMS
Jah No Dead (2003)
Creation Rebel (2004), Heartbeat
Travelling (2004), Clocktower
Sounds from the Burning Spear (2004), Soul Jazz
Gold (2005)
Rare and Unreleased (2006), Revolver
The Burning Spear Experience (2007), Burning
The Best of Burning Spear (2008), Virgin US
Selection: The Fittest, Sonic Sounds
The Best of Burning Spear: Marcus Garvey (2012), Island
Singles
"We Are Free" (1970), Bamboo - B-side of Irving Brown's "Let's Make It Up"
"Zion Higher" (1971), Banana - B-side of King Cry Cry's "I Had a Talk"
"Live It Out" (1971), Coxsone
"Get Ready", (197?), Coxsone
"Creation Rebel" (197?), Coxsone
"Call on You" (197?), Coxsone
"What a Happy Day" (197?), Coxsone
"Rocking Time" (197?), Coxsone
"Marcus Garvey" (197?), Fox
"Slavery Days" (197?), Fox
"Swell Headed"
"Foggy Road"
"Resting Place" (197?), Fox
"Children of Today", Spear
"The Youth" (197?), Spear
"Old Marcus Garvey" (1976), Island
"I & I Survive" (1976), Island
"The Lion" (1976), Island
"Civilised Reggae"/"Social Living" (1978), Island
"She's Mine" (1982), Radic
"Jah Is My Driver" (1982), Radic - 12-inch
"Marcus Garvey" (1987), Island - 12-inch
"Tell the Children" (1988), Blue Moon
"Great Men" (1990), Mango
"Free the Whole Wide World" (1994), Tribesman
"Never" (2006), Collective
"Education", Burning Spear
"Travelling", Klassic Vinyl
Contributions
"Perfect Day" (1997) - Various Artists charity single in aid of Children in Need
DVD
Home to My Roots (2004), Burning Music/Nocturne
Live in Vermont (2008), Burning Music
Live in Peru (2010)
Rastafari Live (2012), Hudson Street

CRÈDITOS: REGGAE SPOTLIGHTS

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Prefeitura de Feira de Santana anuncia criação de Festival de Reggae

Prefeitura anuncia criação de Festival de Reggae com investimentos de RS 60 mil.
 
Segundo o secretário, é possível que ocorra um show durante o festival, que poderá ser, inclusive, com um nome de uma pessoa da terra
 
 
A prefeitura de Feira de Santana que já mantém os festivais Vozes da Terra e Gospel vai criar um novo festival. Será o Feira Reggae Festival. O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Edson Borges, durante uma coletiva de imprensa, deu alguns detalhes desse evento que tem data programada para o dia 10 de maio, antecedendo o Dia Nacional do Reggae.
 
 
“Ultimamente a secretaria vem recebendo muitas solicitações do seguimento do Reggae para que a gente realizasse esse festival, cumprindo essa lei aprovada pela Câmara, então achamos por bem realizar. Teremos duas fases, uma de pré-seleção, pois provavelmente teremos muitos inscritos, e a segunda fase, estamos prevendo que passem cinco artistas e desses tiraremos três. O primeiro lugar terá o prêmio de 7 mil reais, o segundo lugar será um prêmio de 5 mil reais e o terceiro lugar um prêmio de 3 mil reais”, informou.


Segundo o secretário, é possível que ocorra um show durante o festival, que poderá ser, inclusive, com um nome de uma pessoa da terra. Edson Borges disse que o regulamento já está em fase final de elaboração e que em breve será anunciado o início das inscrições. “Qualquer músico poderá participar, inclusive menores de 18 anos, com autorização dos pais”, informou.
A realização do Festival de Reggae foi uma indicação do então vereador e atualmente deputado estadual, Ewerton Carneiro, o pastor Tom. Ele elogiou a iniciativa da prefeitura em realizar o evento. “Tive essa ideia no meu primeiro mandato de vereador, quando ganhei a eleição em 2008. Hoje, depois de algum tempo, vi a clareza do prefeito Colbert Martins de dá visibilidade e fazer acontecer esse festival. Nasci e fui criado na comunidade da Rua Nova e minha infância foi ouvindo essa batida do reggae. Nossa ideia é valorizar o reggae de Feira”, destacou.

O Feira Reggae Festival de Feira de Santana não está com local definido. A prefeitura deverá investir cerca de 60 mil reais no evento.
 
 

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Conheça Koffee, a primeira mulher a vencer o Grammy de Melhor Álbum de Reggae "2020"

Mikayla Simpson, também conhecida como Koffee na indústria da música no domingo, gravou seu nome na história do Reggae.

Koffee fez história como a mais jovem e primeira mulher a ganhar um Grammy de Melhor Álbum de Reggae.

Segundo eDaily, Koffee, 19, ganhou o prêmio por seu EP Reggae 'Rapture', lançado no ano passado.


O EP, apresentando entre outras músicas, seu maior hit 'Toast' estreou no topo da parada de álbuns da Billboard Reggae Manteve essa posição
por 32 semanas.Cantora e rapper, Koffee nasceu em 2000 e foi criada  por sua mãe solteira em Spanish Town, nos arredores de Kingston. Ela cantou em um coral da igreja quando criança e aprendeu a tocar violão aos 12 anos.

Koffee começou a escrever letras no início da adolescência, inspirando-se nas estrelas jamaicanas do reggae - Chronixx e Protoje.

Koffee lançou uma versão acústica de sua música "Legend" sobre o corredor jamaicano Usain Bolt  em 2017, e o vídeo rapidamente se tornou viral no Instagram. Seu próximo single, "Burning", apresentou sua versão original de "Ouji Riddim", da Upsetta Records, e liderou várias paradas de reggae nos EUA.

Em 2018, com apenas 18 anos, Koffee se apresentou com Protoje e Chronixx, juntando-se a este em uma transmissão 
da BBC do lendário Tuff Gong Studios de Kingston e, posteriormente, em uma turnê pelo Reino Unido.

De acordo com a Allmusic.com, o status de Koffee como estrela em ascensão ficou ainda mais brilhante quando ela assinou com a Columbia UK e lançou os singles "Toast" e "Ragamuffin", que apareceram em seu EP de estreia,  Rapture, em 2019.


Ao aceitar o prêmio, a Koffee agradeceu a seus produtores e seguiu por muito tempo, muito bem, por pouco e por mais e de alguma forma, no final,  das contas, por todo o mundo. Já aprendi sobre eles e sobre outros na indústria e porque é que ele é; é o que todos nós temos aqui. ”Ela acrescentou:“ Apenas quero dizer que isso (uma coisa que você, já fez) é para todos nós; esse é o caso, por outro lado, esse é o caso da amamentação. Acho que você é demais e bem-humorado.”Resultado de imagem para koffee grammy

Em entrevista ao Guardian, no ano passado, Koffee disse que considera Bob Marley como uma influência e que o ritmo que "Bob Marley estabeleceu na música reggae, em um nível tão amplo e positivo, é algo que eu quero imitar e seguir em frente. "Quero honrar o legado dele nesse sentido."Koffee descreve seus sons como "jovens".“Positivo... eu não sei. É meio difícil descrever o som como positivo, mas sinto que a música está parecendo ”, disse ela.

 
CRÉDITOS: FACE TO FACE AFRICA