RADIO JAMAICA BRASILEIRA

23/03/26

Os melhores e os piores shows do Lollapalooza 2026... Os destaques e as decepções do festival ( EDSON GOMES)

 

O nome de Edson Gomes na terceira linha do cartaz do Lollapalooza 2026 foi bastante celebrado pelo público quando anunciado em agosto de 2025. Não só pela inserção do reggae no line-up do festival (algo bastante raro na história do Lolla), mas pelo reconhecimento ao artista de mais de cinco décadas de carreira.

Mas a celebração não refletiu no ao vivo e o que se viu foi uma plateia vazia e que misturava jovens fãs, e o público roqueiro, que finalizava o show dos Deftones no palco que ficava ao lado. Sabrina Carpenter, como esperado, ofuscou Edson. Isso, claro, não é culpa dele, mas prejudicou o show

 


                            Edson Gomes se apresenta no Lollapalooza 2026 — Foto: Fábio Tito/g1
 

SAIBA MAIS

 

Show de Edson Gomes é ofuscado por diva pop e tem fraca presença de fãs do rei do reggae brasileiro

Apesar de celebrada ao ser anunciada, a apresentação teve plateia vazia. Show aconteceu no mesmo momento em que a americana Sabrina Carpenter cantava no palco principal.

O nome de Edson Gomes na terceira linha do cartaz do Lollapalooza 2026 foi bastante celebrado pelo público quando anunciado em agosto de 2025. Não só pela inserção do reggae no line-up do festival (algo bastante raro na história do Lolla), mas principalmente pelo reconhecimento ao artista de mais de cinco décadas de carreira.

A expectativa, no entanto, não se confirmou ao vivo e resultou em uma plateia esvaziada. O público presente misturava jovens fãs, que carregavam a herança musical dos pais, e roqueiros que finalizavam o show dos Deftones no palco ao lado do Flying Fish, onde Gomes se apresentou na noite desta sexta-feira (20), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Muito desse vazio na plateia era porque, exatamente ao mesmo tempo em que Gomes iniciava seu show, a estrela pop americana Sabrina Carpenter subia ao Palco Budweiser, ofuscando a presença do astro do reggae no festival.
Mas os poucos fãs de Edson eram bons. Fiéis e animados, eles acompanharam o cantor pelo passeio feito por toda sua trajetória musical. E gritaram seu nome nos breves momentos de silêncio entre uma faixa e outra, em uma apresentação de pouca conversa com o público.
Usando uma camiseta com a estampa de sua própria imagem, Gomes começou seu show com "Guerreiro do terceiro mundo", do álbum "Reconcavo", de 1990, o segundo do artista. E logo em seguida mostrou que não estava contente com o som no palco, fazendo uma breve reclamação ao microfone.

Edson emendou um de seus maiores hits, "Perdido de amor". E deixou quase toda a "Camelo" para o público cantar sozinho.
Outros hinos do cantor, como "Barrados", "Campo de Batalha", "Sangue Azul", "Fogo na Babilônia", "Malandrinha" e "Ovelha" também fizeram parte do setlits do artista, que veio acompanhado de uma banda competente e um trio de músicos de sopro coreografado.

Mas foi 'Árvore' a responsável por empolgar mesmo a plateia, que aproveitou o espaço sobrando para dançar. Já Edson só se levantou para dançar na última faixa, Meus Direitos.


Com influências de Tim Maia, Bob Marley e Jimmy Cliff, Edson Gomes iniciou sua carreira na década de 1970 e criou uma identidade própria no ritmo, inserindo elementos da cultura afro-brasileira. Ao logo de décadas, Gomes manteve seu estilo reggae roots engajado, trazendo canções que se tornaram clássicos de protesto e consciência social.

Temas como injustiça, violência, fé e esperança deram o tom de sua trajetória musical. E muitas de suas canções foram regravadas por artistas de diferentes gêneros musicais.

Tudo isso foi visto no palco deste Lolla. Mas celebrado por poucos. No fim, o barulho virtual com a divulgação acabou sendo bem maior do que o público presente.

 

 

17/03/26

 O Reggae O Bloco terá a banda Adão Negro à frente do desfile no dia 12 de fevereiro de 2026, às 20h, no Circuito Campo Grande, em Salvador. A apresentação integra a programação do Carnaval, marca os 21 anos do bloco e celebra os 50 anos de independência de Angola.

 

O cortejo será realizado na quinta-feira de Carnaval e reúne o público ligado ao reggae e à cultura afro-baiana. A banda apresenta repertório com músicas da carreira e contará com participações de convidados. 








Os ingressos do primeiro lote estão disponíveis por R$ 100, com vendas pelo Meu Bilhete e Pida. 


O Reggae O Bloco mantém sua sede na Rua Alaíde do Feijão, no Pelourinho, onde realiza atividades culturais e ações voltadas à difusão do reggae durante todo o ano. Informações adicionais estão disponíveis pelo número (71) 98802-3837, com Albino Apolinário. 

 

SERVIÇO

O quê: Reggae O Bloco – 21 anos
Atração: Adão Negro
Quando: 12 de fevereiro de 2026 (quinta-feira de Carnaval)
Horário: 20h
Onde: Circuito Campo Grande – Salvador
Concentração/Cortejo: Campo Grande
Ingressos: 1º lote – R$ 100
Vendas: Meu Bilhete e Pida
Realização: Reggae O Bloco
Sede cultural: Rua Alaíde do Feijão, Pelourinho

Pulsa Reggae reúne cerca de 4 mil pessoas e consolida palco roots no Carnaval do Pelourinho

 Pulsa Reggae reúne cerca de 4 mil pessoas e consolida palco roots no Carnaval do Pelourinho

 Entre becos de pedra e casarões históricos, o som do reggae tomou conta do Pelourinho durante quatro dias de Carnaval e atraiu, em média, cerca de 4 mil pessoas ao palco Reggae da Gente. Montada na Praça do Artesanato, na rua Gregório de Matos, a estrutura se firmou como ponto de encontro para quem buscava, no Centro Histórico de Salvador, uma folia marcada por mensagens de resistência, espiritualidade e celebração da cultura roots.

 Realizado pela Associação Alzira do Conforto, com apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), o projeto Pulsa Reggae reafirmou a força da cultura roots em meio à diversidade de ritmos que dominam o Carnaval. Durante quatro dias, artistas e DJs transformaram a praça em território de resistência e celebração.

A abertura, no sábado (14), já indicava o tom da programação. DJ Dani Lova conduziu o público por clássicos do reggae roots e sonoridades contemporâneas, preparando o ambiente para Tulani Masai e Banda, que equilibraram releituras e composições autorais marcado pela potência vocal e presença de palco. Em seguida, Lutte manteve a energia em alta, enquanto Alumínio trouxe letras de forte crítica social. Anastacia Roots encerrou a primeira noite com canções que exaltaram ancestralidade e resistência, fazendo todo público da praça cantar e dançar.

 No domingo (15), o DJ Woston do Reggae abriu os trabalhos e manteve o público aquecido para a banda De Kara no Reggae, que entregou um show vibrante. Em seguida, Edy Vox apostou em interpretações que transitaram entre romantismo e consciência social, lotando a praça dos artesanatos. Fechando a noite, Victor Cena reafirmou a força da nova geração do reggae maranhense, com repertório autoral e presença marcante.

Na segunda-feira (16), o DJ Falcom iniciou a programação com clássicos que atravessam gerações. Em seguida, a banda Cativeiro reforçou mensagens de resistência e identidade em um show potente e dançante. Ricardo Reina manteve o clima roots, preparando o público para a apresentação de Duda Diamba, que levou ao palco sucessos que seguem atuais e carregados de significado. Mavi fechou a noite mantendo a vibração elevada até os últimos acordes.

 O encerramento, na terça-feira (17), reuniu público fiel desde as primeiras horas. DJ Branco abriu a programação, seguindo de Rogério Noronha, que apresentou repertório envolvente. A Banda Dissidência trouxe forte presença instrumental e consistência sonora. No momento final do projeto, Paulinho Ganaê Banda recebeu a participação especial de Márcio Dred, em uma celebração simbólica da trajetória do reggae na Bahia, selando o palco Reggae da Gente como um dos pontos altos do Carnaval no Centro Histórico.

 Ao longo dos quatro dias, o Pulsa Reggae mostrou que, mesmo em meio ao axé, ao samba e às diversas expressões que compõem a maior festa de rua do mundo, o reggae mantém seu espaço de protagonismo. Mais que shows, o que se viu no Pelourinho foi a reafirmação de uma identidade cultural que resiste, celebra e pulsa forte, coletiva e enraizada na história da Bahia.




19/02/26

Reggae O Bloco celebra 21 anos sob comando do Adão Negro no Circuito Campo Grande

  O Reggae O Bloco desfilou no Circuito Campo Grande (Osmar), na madrugada de sexta-feira (13), durante a abertura do Carnaval de Salvador. À frente do trio elétrico, a banda Adão Negro comandou o cortejo, que marcou os 21 anos do bloco.

 Antes de seguir para o circuito oficial, os associados se concentraram no Pelourinho, onde o bloco mantém sede cultural na Rua Alaíde do Feijão.

As camisas do bloco foram esgotadas antes do desfile, demonstrando a forte adesão do público neste ano comemorativo.

 Mesmo com chuva, os foliões acompanharam o cortejo até o fim do percurso. O repertório reuniu sucessos da trajetória do Adão Negro e releituras de canções de diferentes estilos. Entre os destaques esteve “Me Liga”, composição da banda que ganhou nova versão na voz de João Gomes.
 
O vocalista Serginho ressaltou a importância de comandar o desfile em um ano simbólico para o bloco. Segundo ele, a apresentação fortalece a parceria com Albino Apolinário, responsável pelo Reggae O Bloco, e reafirma o compromisso com a valorização do reggae. O desfile também celebrou os 50 anos de independência de Angola, destacando a conexão do gênero com as raízes africanas.

 
Além da participação no Carnaval, o Reggae O Bloco realiza atividades culturais ao longo do ano em sua sede no Pelourinho, promovendo ações voltadas à difusão do reggae em Salvador.

 





 

Pulsa Reggae estreia no Pelourinho para celebrar cultura roots no primeiro dia de Carnaval

 

 

 

O reggae abriu alas no Centro Histórico de Pelourinho neste sábado (14), marcando o primeiro dia do projeto Pulsa Reggae no Carnaval da Bahia 2026. A Praça do Artesanato, no Largo Gregório de Matos, foi tomada por bandeiras verde, amarelo e vermelho, batidas marcantes e mensagens de paz, amor e resistência.

Com realização da Associação Alzira do Conforto, o palco integra a programação oficial do Carnaval da Bahia 2026 e se apresenta neste dia pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur), fortalecendo o turismo e a maior festa de rua do mundo, com acesso gratuito à cultura e à música.

 A programação do sábado começou com o som do DJ Dani Lova, que aqueceu o público com clássicos do reggae roots e vertentes contemporâneas. Na sequência, Tulani Masai e Banda levaram ao palco repertório com clássicos e interpretações marcada pela voz de Tulani.

A noite seguiu com apresentações de Lutte, Alumínio e Anastacia Roots, que mantiveram a praça quente até os últimos acordes.

 O Pulsa Reggae segue até terça-feira (17), reunindo DJs e bandas que representam diferentes vertentes do ritmo, consolidando o Largo Gregório de Matos como ponto de encontro do reggae no Carnaval da Bahia 2026.

 Programação completa:

Segunda (16)

DJ Falcom • Cativeiro • Ricardo Reina • Duda (ex-Diamba)

Terça (17)

DJ Branco • Rogério Noronha • Banda Dissidência • Márcio Dred • Paulinho Ganaê Banda.

06/02/26

Edson Gomes insinua que “comunismo tem roubado nossos filhos” e provoca reação de Olívia Santana: “Reacionário”

 Um dos maiores nomes do reggae brasileiro, o cantor Edson Gomes se envolveu em mais uma polêmica após ele insinuar que o comunismo estaria “roubando” as crianças, fazendo um alerta para que as futuras gerações não se tornem “uma presa”. A publicação, feita há duas semanas pela página “Positividade Reggae” viralizou nas redes sociais e gerou uma reação da deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) nesta quinta-feira (5), que chamou o artista de “reacionário” e afirmou que grande parte do público de Edson Gomes “é comunista”.

 No discurso durante o show, o reggaeman diz que o comunismo caçaria as futuras gerações para que “elas não fossem nada”. O cantor também orientou os pais a reagirem para que os filhos não fiquem “à mercê da tirania”.


"Queria agradecer as mães que trazem suas crianças para ouvir esse reggae. É muito bom, vão sair daqui com algo positivo na mente. Sem maconha, sem droga, sem nada. Só música, só a mensagem positiva para que quando crescerem, saberem tomar decisão melhor que os pais. 

Nossos filhos são caçados pelos comunistas para que eles possam ser nada, para que se tornem uma presa, e nós precisamos reagir, dar direcionamento a nossos filhos, para que não sejam no futuro uma presa, não estejam à mercê da tirania, dos opressores, daqueles que enganam. Jah!", disse Edson Gomes.


Crítica ao posicionamento do cantor, Olívia Santana rebateu as falas e declarou que irá “combater os discursos reacionários”. No texto, segundo a deputada, Edson Gomes também seria um compositor que escreve como comunista, mas que age como “qualquer pessoa de direita” fora da vida artística.

 

“Edson Gomes compõe como um comunista, mas fora da vida artística age como qualquer pessoa de direita. Contraditoriamente suas canções são críticas duras ao capitalismo e suas mazelas. ‘Esse sistema é um vampiro’, ‘Vamos amigo, lute, senão a gente acaba perdendo o que já conquistou’ viraram hinos nas manifestações da classe trabalhadora. Mas Gomes nem deve se dar conta de que grande parte do seu público são pessoas de esquerda, os comunistas que ele tanto abomina”, diz o texto.


“É triste ver sua radicalização à direita nesta fase da sua vida. O bolsonarismo racista, colonial, que quer manter nosso povo submisso, vibrou com seu discurso. E nós, os comunistas, democráticos, combateremos seu discurso reacionário e seguiremos dançando seu reggae como um entretenimento, mas levando muito a sério a necessidade de lutarmos para não acabarmos perdendo o já conquistamos”, completa a deputada.

 A deputada estadual Olívia Santana (PCdoB) utilizou as redes sociais, nesta  quinta-feira (5), para fazer duras críticas ao cantor de reggae, Edson Gomes.  O posicionamento de Olívia foi motivado após o cantor

 

04/02/26

Sinfonia Reggae Brasil lota a Caixa Cultural Salvador em homenagem a Edson Gomes

 

Sinfonia Reggae Brasil lota a Caixa Cultural Salvador em homenagem a Edson Gomes


Projeto reuniu público diverso, repertório emblemático do reggae brasileiro e duas noites de celebração no Centro da capital

 

 




  A Orquestra Reggae de Cachoeira realizou, nos dias 22 e 23 de janeiro, duas apresentações do espetáculo Sinfonia Reggae Brasil na Caixa Cultural Salvador, no Centro de Salvador. As sessões tiveram lotação máxima, com o público atendendo ao chamado e ocupando o espaço desde cedo para acompanhar o concerto dedicado à obra de Edson Gomes.

 

Ao longo das duas noites, a plateia dançou e cantou ao som de clássicos do reggae brasileiro em arranjos orquestrais apresentados pela Orquestra Reggae de Cachoeira. O repertório percorreu canções marcantes da trajetória de Edson Gomes, como Criminalidade, Sistema, Fala Só de Amor, Acorde, Levante e Lute, Malandrinha e Perdido de Amor.

 

A proposta do espetáculo combinou banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular, mantendo o pulso do reggae e ampliando sua escuta no formato sinfônico. A resposta do público foi direta, com interação constante e clima de celebração ao longo de todo o concerto.

 

As apresentações contaram com participações especiais que reforçaram o caráter coletivo do projeto. Na quinta-feira (22), subiram ao palco Isaque Gomes e Nengo Vieira. Na sexta-feira (23), foi a vez de Jeremias Gomes e Duda Diamba.

 

Com entrada gratuita, o evento encerrou sua passagem por Salvador com forte repercussão e confirmou a capacidade do reggae, em formato orquestral, de mobilizar públicos diversos e ocupar espaços culturais centrais da cidade.

 

O Sinfonia Reggae Brasil foi uma realização da Putzgrillo! Produtora, com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil.

 

 

CRÉDITOS: 




Crédito das Fotos Divulgação/Manuela Cavadas

 

Assessoria de Comunicação do Evento - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA

23/01/26

Orquestra Reggae de Cachoeira recebe Isaque Gomes e Nengo Vieira em noite especial do Sinfonia Reggae Brasil Concerto do dia 22 de janeiro abre a temporada do projeto na Caixa Cultural Salvador com releituras orquestrais do reggae

A primeira noite do projeto reúne a orquestra e os convidados Isaque Gomes e Nengo Vieira, em concerto com entrada gratuita, por ordem de chegada.

Criada no município de Cachoeira em 2012, a Orquestra Reggae de Cachoeira atua na formação musical de crianças e jovens do Recôncavo Baiano. Sob regência de Flávio Santos, o grupo desenvolve práticas coletivas que articulam educação e criação musical, com repertório autoral e releituras. A trajetória inclui participações em festivais e eventos culturais no estado, além de colaborações com artistas da música brasileira.

Convidado da noite do dia 22, Nengo Vieira construiu carreira ligada ao reggae do Recôncavo e à circulação nacional do gênero. Músico e compositor, integrou projetos e bandas, lançou álbuns e retomou agenda de shows após a pandemia, com participações em grandes eventos. Recentemente, recebeu reconhecimento público em Cachoeira por sua contribuição à cultura reggae e mantém turnê ativa na Bahia.

Também convidado da noite de abertura, Isaque Gomes nasceu em Cachoeira e iniciou a trajetória profissional em 2006. Filho de Edson Gomes, lançou o álbum Negro Real em 2009, reunindo canções autorais e composições assinadas pelo pai. Em 2017, apresentou Agora, trabalho voltado a uma abordagem mais pop do reggae. Em 2022, gravou o DVD O Filho da Terra, em São Félix, com repertório autoral de temática religiosa, social e romântica. Em 2023, lançou Agora é Reggae, com releituras de clássicos da MPB, do pop e do rock. Para 2026, o cantor prepara o disco Eu Boto Fé, com músicas autorais e letras de Edson Gomes.

O projeto Sinfonia Reggae Brasil também será apresentado na sexta-feira (23), na Caixa Cultural Salvador. Nesta segunda noite, a Orquestra Reggae de Cachoeira recebe como convidados Jeremias Gomes e Duda Diamba.

O Sinfonia Reggae Brasil propõe releituras orquestrais de clássicos do reggae brasileiro, do reggae internacional e da MPB, a partir do encontro entre banda, sopros, percussões e elementos da orquestra popular. O projeto tem patrocínio da Caixa e do Governo do Brasil e realização da Putzgrillo.




Serviço

Projeto: Orquestra Reggae de Cachoeira apresenta Sinfonia Reggae Brasil

Atração: Orquestra Reggae de Cachoeira

Datas: 22 e 23 de janeiro de 2026

Local: Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro

Entrada gratuita. Estacionamento gratuito ao lado.

Convidados:

*22/01 (quinta): Isaque Gomes e Nengo Vieira

*23/01 (sexta): Jeremias Gomes e Duda Diamba


Assessoria de Comunicação do Evento - LABORATÓRIO DA NOTÍCIA